Participações:


1978 – Exposição Escola de Belas Artes de PE 
1980 - 4°Festival de Inverno UNICAP
1981 a 1988 – Várias participações em Eventos de Rua 
1988- Coletiva Cabanga Iate Club 
1992... II Festival de Artes TÓPICOS E UTÓPICOS de Olinda 
1998 – Exposição Galeria Van Gohg
1999 – Coletiva União Feminina. 
1999- Individual- Sheraton Recife Hotel 
1999- Coletiva Arte Nordestina-Galeria Van Gohg 
2000- Exposição Individual CELPE 
2000- Coletiva CEAPE 2001- Coletiva Semana do Servidor Prefeitura do Recife 
2001- Coletiva – Atlanta, Georgia, USA convidada pelo FRIEND SHIP FORCE 
2001- Coletiva-Bank of the Islands – Fort Myers,Flórida EUA 
2002- Individual Shopping Center Recife 
2002- Coletiva Círculo Militar do Recife 
2002- Coletiva – Fórum Aníbal Bruno – Palmares Pe 
2002- Coletiva Exporarte Clube Internacional do Recife 
2003-Coletiva Círculo Militar do Recife 
2003- Coletiva Pousada Pirenópolis Goias 
2004- Coletiva Universidade Católica de Pe 
2006- Individual Austin Texas EUA 
2007- Coletiva Austin Caffe Texas EUA.. 
2011- Coletiva Academia Pernambucana de Letras 
2013 - XIV FENEARTE.
2014 - Coletiva Livraria Saraiva Rio Mar
2014 - XV FENEARTE.
2014 - Coletiva Marante Plaza Hotel
2015 - XVI FENARTE.
2015- Individual Galeria Cultura Rio Mar Recife
2016 - XVII FENEARTE

Helylda Landim, pernambucana de Recife, desde cedo sua brincadeira preferida era desenhar. Na época escolar, começou a ser chamada à atenção pelas freiras do colégio que estudou por só ficar desenhando durante as aulas, pois o seu caderno preferido era de desenho, quando uma professora ao tomá-lo e repreende-la, preferiu encaminha-la a um professor numa escola de artes, depois de examinar seus rabiscos, seus desenhos.

                Assim, a adolescente foi até aquela casa antiga à beira do rio da Rua Benfica, onde estava instalada a Escola de Belas Artes do Recife para se inscrever e depois fazer um teste agendado.

                Ao chegar foi paixão na hora, aquela arquitetura antiga do sobrado mais o cheiro  da tinta e da terebentina no ar fez H. Landim sonhar e nunca mais parar de fazê-lo.

               Ao subir a escada antiga que rangia e entrar em uma das salas de pé direito alto, onde o tal professor estava, mais alunos, cavaletes e um modelo seminu, logo percebeu que havia encontrado seu mundo, a sua realização.

                Para a sua surpresa o teste não foi agendado para outro dia mais sim feito na hora. Uma composição de natureza morta com três elementos, na garrafa de vidro “a transparência”, em um pote de barro “a textura” e em um cacho de uva “o movimento”, toda esta composição seria a porta de entrada para o seu sonho. Deu tudo de si em torno daqueles elementos. Com uma linha precisa, luz e sombra o passo estava dado. Passou dois anos na Escola de Belas Artes e paralelamente entrou no Curso superior de Educação Artística da Universidade Federal de Pernambuco.

                Ao sair, descobriu o seu lado contemporâneo e com todo o seu conteúdo adquirido partiu em busca da sua identidade artística criando os seus próprios conceitos.

                “Costumo dizer que toda arte é uma expressão e ela tem que ser livre de métodos, regras e modas, para que tenha conteúdo. É preciso criar algo novo que possa representar o H.Landim. Sempre digo aos meus alunos: A criatividade é mais importante que a perfeição, pois podemos correr o risco de cair no mesmismo se nos limitarmos a copiar as formas perfeitas. A máquina fotográfica já faz essa cópia com precisão. Para mim, pintar é sair deste mundo sem morrer, é viajar sem sair do lugar, é voar sem precisar de asas.”

                                                                                                                               H.Landim.